Amazonastur participa de visita técnica na Bacia Hidrográfica do Rio Tarumã-Açu
A visita faz parte da construção do Plano da Bacia Hidrográfica do Rio Tarumã-Açu, mapeando as ações turísticas locais

O Governo do Amazonas, por meio da Empresa de Turismo do Amazonas (Amazonastur) integrou, nesta quinta-feira (06/08), a visita técnica à Bacia Hidrográfica do Rio Tarumã-Açu (BHTA), da qual participa da elaboração do Plano Diretor da BHTA, evidenciando o potencial turístico associado aos recursos hídricos da bacia.
No Comitê da BHTA, desde sua criação em 2009, a Amazonastur colabora com estudo contínuo da região para formalização do ordenamento socioambiental turístico, normatizando também regras de uso da região. Neste aspecto, são considerados os recursos naturais e a criação de infraestruturas para atividades turísticas, identificando e caracterizando pontos de interesse para tais atividades de forma compatível com os princípios ecológicos e sustentáveis.
O presidente da Amazonastur, Sérgio Litaiff Filho, ressalta a criação do Plano Diretor como importante ação para o desenvolvimento turístico no local. “A nossa participação no comitê é essencial para o ordenamento turístico em uma das área de grande movimentação turística e de lazer na capital, as ações viabilizadas em conjunto com os outros órgãos asseguram a necessidade em desenvolver essas ações dentro das limitações sustentáveis e ecológicas do rio Tarumã”, afirma

O rio Tarumã-Açu é um afluente da margem esquerda do Rio Negro, representando 16% da área territorial da capital amazonense. Além das atividades ligadas ao transporte fluvial, o Tarumã-Açu exerce a característica de uma lagoa fluvial, sendo conhecido popularmente como “Lagoa do Tarumã”, concentrando bares e restaurantes flutuantes, estaleiros, hospedarias, além de marinas públicas e particulares, sendo necessária a viabilização de infraestrutura para o turismo.
Sobre o Comitê da CBHTA
Desde sua criação, o CBHTA atua na elaboração e execução do Plano Diretor de Bacia, focando na conservação dos recursos hídricos, combate à poluição e gestão participativa na zona de transição urbana e rural. A criação do Plano Diretor é necessária para realizar o diagnóstico da bacia para então projetar metas e ações de preservação e manutenção da qualidade e quantidade dos recursos hídricos.