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Após videoconferência com dirigentes estaduais do turismo, ministério assina portaria para socorrer setor

Após vídeo conferência realizada nesta quinta-feira (19/03) com presidentes e secretários estaduais de turismo, o ministro Marcelo Álvaro Antonio assinou portaria com mudanças que facilitam o acesso a crédito para micros, pequenos e médios empresários do setor com dificuldades financeiras por conta da pandemia de coronavírus.
Por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), os empreendedores terão acesso às medidas que englobam juros mais baixos, redução de 7% para 5%; mais tempo de carência no pagamento dos empréstimos, que aumentou de seis meses para 1 ano, e o adiamento dos pagamentos de empréstimos para as empresas que estão adimplentes. Os contratos vigentes, na fase inicial de carência, também terão um prazo maior para pagamento de até seis meses.

Marcelo Álvaro ressaltou, durante a vídeo conferência, que o Mtur está trabalhando em três linhas de frente para diminuir o impacto do coronavírus no turismo: está em discussão com o governo federal a suspensão do contrato de trabalho por três meses com o governo pagando o seguro desemprego e liberando o FGTS. Já foi acordado junto à Caixa Econômica, Banco do Brasil e BNDES, linhas de crédito para assegurar, principalmente, capital de giro e fluxo de caixa. para concessão de crédito.
Outro ponto destacado é que Marcelo Álvaro encaminhou ainda ao ministro Sérgio Moro, sugestão para que os Procon’s estaduais sejam orientados no sentido de regular e intermediar os pedidos de reembolso de serviços turísticos já contratados, de forma a adotar preferencialmente que o crédito seja usufruído em momento futuro, para que as empresas não sofram uma descapitalização que ponha em risco sua sobrevivência econômica, bem como evitar que tais relações sejam judicializadas, respeitados obviamente os direitos dos consumidores.
A presidente da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Roselene Medeiros, considerou importante a reunião com o ministro onde os dirigentes estaduais tiveram oportunidade de apresentara suas preocupações e demandas, nesse momento de turbulência pelo qual passa o setor de turismo no mundo todo. “Estávamos num período de franco crescimento e aí chegou essa pandemia que trouxe um problema sério para economia, para o turismo e para a vida das pessoas. Por isso, estamos buscando ao máximo alternativas para diminuir esse impacto negativo para que o setor tenha condições sobreviver a esse período delicado e voltar a crescer posteriormente”, ressaltou a presidente.
No Amazonas, após reunião entre Amazonastur e o trade local foi criado um grupo de trabalho que apresentou propostas do setor que serão encaminhadas pela empresa pública ao governo do Estado. No Amazonas, a Caixa Econômica é a instituição financeira que trabalha diretamente com o Fungetur.

Após vídeo conferência realizada nesta quinta-feira (19/03) com presidentes e secretários estaduais de turismo, o ministro Marcelo Álvaro Antonio assinou portaria com mudanças que facilitam o acesso a crédito para micros, pequenos e médios empresários do setor com dificuldades financeiras por conta da pandemia de coronavírus. Por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur), os empreendedores terão acesso às medidas que englobam juros mais baixos, redução de 7% para 5%; mais tempo de carência no pagamento dos empréstimos, que aumentou de seis meses para 1 ano, e o adiamento dos pagamentos de empréstimos para as empresas que estão adimplentes. Os contratos vigentes, na fase inicial de carência, também terão um prazo maior para pagamento de até seis meses.

Na segunda, parte do trade amazonense apresentou as demandas do turismo

Marcelo Álvaro ressaltou, durante a videoconferência, que o Mtur está trabalhando em três linhas de frente para diminuir o impacto do coronavírus no turismo: está em discussão com o governo federal a suspensão do contrato de trabalho por três meses com o governo pagando o seguro desemprego e liberando o FGTS. Já foi acordado junto à Caixa Econômica, Banco do Brasil e BNDES, linhas de crédito para assegurar, principalmente, capital de giro e fluxo de caixa. Além disso já foi incluído na Medida Provisória que está sendo editada que os consumidores receberão um crédito das empresas para atendimento futuro pelo serviço contratado e que não foi utilizado.  “Nosso objetivo é garantir o funcionamento da empresa, mas também respeitar o direito do consumidor”, ressaltou o ministro.

A presidente da Empresa Estadual de Turismo do Amazonas (Amazonastur), Roselene Medeiros, considerou importante a reunião com o ministro onde os dirigentes estaduais tiveram oportunidade de apresentara suas preocupações e demandas, nesse momento de turbulência pelo qual passa o setor de turismo no mundo todo. “Estávamos num período de franco crescimento e aí chegou essa pandemia que trouxe um problema sério para economia, para o turismo e para a vida das pessoas. Por isso, estamos buscando ao máximo alternativas para diminuir esse impacto negativo para que o setor tenha condições sobreviver a esse período delicado e voltar a crescer posteriormente”, ressaltou a presidente.

No Amazonas, após reunião entre Amazonastur e o trade local foi criado um grupo de trabalho que apresentou propostas do setor que serão encaminhadas pela empresa pública ao governo do Estado. Outro ponto que é importante destacar é que no estado, a Caixa Econômica é a instituição financeira que trabalha diretamente com o Fungetur para concessão de crédito.


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